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Quem garante que o genérico funciona mesmo?

Essa é uma pergunta legítima.

Quando alguém vê dois medicamentos com a mesma composição, mas preços diferentes, a dúvida surge:

“Se é tão mais barato, será que funciona igual?”

A resposta está nos testes obrigatórios exigidos por lei.

Nenhum medicamento genérico pode ser vendido no Brasil sem passar por estudos que comprovem que ele é equivalente ao medicamento original.


O que significa “equivalente”?

Equivalente quer dizer que ele deve:

  • Ter o mesmo princípio ativo
  • A mesma concentração
  • A mesma forma de administração
  • O mesmo efeito terapêutico

Mas isso não é só teoria.

Isso precisa ser comprovado por meio de estudos científicos.


O que são os testes de bioequivalência?

Para ser aprovado, o laboratório precisa realizar testes chamados de bioequivalência.

Esses estudos avaliam:

  • Como o medicamento é absorvido no organismo
  • Quanto tempo leva para fazer efeito
  • A quantidade do princípio ativo que chega à corrente sanguínea

O resultado precisa ser praticamente igual ao do medicamento de referência.

Se não for, o genérico não é aprovado.

Simples assim.


Quem fiscaliza tudo isso?

No Brasil, a responsável é a Anvisa.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária exige:

  • Estudos laboratoriais
  • Controle de qualidade da produção
  • Inspeção das fábricas
  • Comprovação técnica da equivalência

Sem aprovação da Anvisa, o medicamento não pode ser comercializado.

Isso garante segurança para o consumidor.


Por que o genérico só surge depois?

O medicamento de referência é o primeiro a ser desenvolvido.

Ele passa por anos de pesquisa e investimento até ser lançado.

Depois que a patente expira, outros laboratórios podem produzir o mesmo princípio ativo, desde que comprovem equivalência.

É nesse momento que surgem os genéricos.

Ou seja, eles não são “cópias mal feitas”.
Eles são versões autorizadas e testadas após o período de exclusividade.


Se passam pelos mesmos testes, por que ainda existe desconfiança?

A principal razão é cultural.

Durante muitos anos, o consumidor associou preço alto a qualidade.

Mas no caso dos genéricos, o preço menor não está ligado à eficácia.

Está ligado ao modelo de mercado.

Menos marketing.
Mais concorrência.
Menos custo final.


O que isso significa para quem usa medicação contínua?

Significa acesso.

Quem precisa tomar remédio todos os dias sabe que o custo pesa no orçamento.

O genérico permite manter o tratamento de forma regular, sem precisar interromper por causa do preço.

E tratamento regular é o que realmente protege a saúde.


Conclusão

O medicamento genérico passa pelos mesmos testes que o de referência porque a lei exige.

Ele precisa provar que funciona da mesma forma antes de chegar à prateleira.

A diferença de preço não significa diferença de qualidade.

Significa mais acesso, mais possibilidade e mais continuidade no cuidado.

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Saiba onde encontrar a Drogaria POP mais próxima e dê hoje mesmo o primeiro passo para cuidar melhor de você. 

Sua saúde merece atenção todos os dias. ❤️

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