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O que é interação medicamentosa?

O que é interação medicamentosa?
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A interação medicamentosa acontece quando o paciente toma dois ou mais remédios ao mesmo tempo durante um tratamento. Ela pode ser uma interação benéfica, que é quando os remédios associados são indicados pelo médico e os seus efeitos são complementares; ou prejudicial, quando o indivíduo mistura remédios sem prescrição.

A interação medicamentosa não se dá apenas pela mistura de drogas sintéticas, mas também pela junção de medicamentos com remédios naturais, alimentos, bebidas alcoólicas etc.

Os sintomas são diversos, e incluem até reações alérgicas. Eles se dividem entre leves, moderados e graves, podendo levar o paciente à internação.

Se você está curioso para saber mais detalhes sobre a interação medicamentosa, leia o texto completo abaixo!

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Muitas pessoas precisam tomar mais de um remédio ao mesmo tempo. E as ações de um medicamento podem influenciar no desempenho de outro, seja para beneficiar ainda mais, seja para atrapalhar ou até mesmo anular o efeito dele. Isso é o que se chama de interação medicamentosa.

Ela pode acontecer não só com a ação entre os remédios que você costuma comprar na farmácia, mas também pela mistura de remédios naturais (como, por exemplo, aquele chazinho da vovó), alimentos e até agentes naturais, como o vapor do chuveiro de casa.

Segundo um estudo realizado pela Fiocruz, há uma média de 30 mil novos casos de intoxicação por conta de medicamentos a cada ano. Apesar de não ser possível dizer quantas destas ocorrências foram causados por conta da interação medicamentosa, existem três casos bastante comuns em que as chances de que isso tenha acontecido são altas: pelo uso errado, pela receita médica ter sido escrita de forma errada ou por automedicação (quando a própria pessoa toma o remédio sem passar pelo médico antes).

Apenas um médico pode sugerir que se realize uma interação medicamentosa

Mesmo que nem toda interação medicamentosa seja ruim, é importante ficar de olho sobre quais remédios você tem tomado, até mesmo aqueles naturais. Nos piores casos, isso pode dar dor no corpo, sangramento e até problemas cardíacos (que podem levar à morte).

Apesar de já se saber as consequências, não dá para saber ainda com certeza tudo o que pode acontecer com o paciente. Ou, ainda pior, não dá para saber com quem uma interação medicamentosa adversa irá acontecer.

Pelo sim, pelo não, alguns cuidados podem ser tomados para evitar esse tipo de problema. São eles:

Leia a bula

Muitas pessoas não leem a bula, seja por preguiça ou por acharem que se trata de uma leitura difícil e que, por isso, não serão capazes de localizar as informações de que precisam. Porém, desde 2009, a ANVISA determinou que as bulas precisam ser de fácil leitura para o usuário. Portanto, considere passar um tempo lendo as informações de seus remédios, a fim de evitar problemas futuros.

A importância da bula é indiscutível. É nela que você vai encontrar todas as informações sobre possibilidades de reações por conta do medicamento ou por interações. Na bula, é possível encontrar tudo o que o medicamento pode provocar em você.

Preste atenção, pois muitas vezes os avisos relacionados à interação medicamentosa não vem exatamente com essa expressão. A recomendação pode ser sutil, como a seguinte: “este medicamento não pode ser usado em tais situações”.

Evite a automedicação

Cerca de 76,4% da população brasileira consome medicamentos por indicação de familiares, amigos e conhecidos, segundo pesquisa do Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação (ICTQ). Isso significa que essas pessoas estão ingerindo uma droga qualquer, sem ao menos saber se podem ou não tomá-la, única e exclusivamente porque ela funcionou para alguém próximo.

Pode parecer uma prática inofensiva (afinal, quem nunca fez isso?), mas é fato que esse hábito pode trazer malefícios, como reações alérgicas ao medicamento. É imprescindível que o paciente faça uso apenas de remédios que lhe forem receitados pelo médico, conforme já dissemos. Além disso, na hora de comprar um medicamento pela primeira vez, peça ajuda ao farmacêutico.

Efeitos da interação medicamentosa

Quando os medicamentos são associados por decisão do médico, geralmente seus efeitos trazem muitos benefícios ao paciente, já que a junção deles faz parte do tratamento farmacológico idealizado pelo especialista. Entretanto, há uma série de reações prejudiciais que colocam a saúde do indivíduo em risco.

A maioria das interações medicamentosas que são feitas por automedicação ou por um erro durante a prescrição traz algum mal-estar para quem opta por elas.

Os principais efeitos de uma interação medicamentosa prejudicial incluem intoxicação, perda da eficácia do remédio ou reações alérgicas. Todos eles podem ser leves, moderados ou graves, e até levar o paciente à internação.

Tipos de interações

Interação medicamento + medicamento

Existem diversas pessoas que tomam remédios combinados para tratar crises. Um dos exemplos mais comum de uma combinação desse tipo (e que não dá certo) é o uso de antiácidos e anti-inflamatórios, já que os primeiros tendem a reduzir o efeito e a diminuir a absorção dos anti-inflamatórios. Por isso é muito importante informar ao médico os medicamentos que você já utiliza, para que ele possa receitar outros que não causem nenhum tipo de interferência.

Interação medicamento + alimento

Há alguns alimentos que simplesmente não caem bem com alguns remédios, podendo reduzir o seu efeito. Como no caso do leite (e derivados), que corta a absorção de tetraciclinas.

Interação medicamento + bebida alcoólica

Misturar medicamento com bebidas alcoólicas não é mesmo uma boa ideia, né? Mas se você precisa de um exemplo prático para ser convencido, lá vai: o paracetamol, misturado ao álcool, tem sua toxicidade hepática muito aumentada. Isso significa que a junção dos dois é muito prejudicial para o fígado.

Ficou mais fácil entender a interação medicamentosa? Esperamos que sim. Caso tenha ficado alguma dúvida, fale com a gente nos comentários! 😀

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