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Diferenças entre medicamentos genéricos, similares e de marca

Diferenças entre medicamentos genéricos, similares e de marca
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Quando você passa numa farmácia e pede por um remédio, o farmacêutico costuma perguntar se você prefere o remédio de marca ou o genérico, por ser mais barato, certo? Ainda, algumas vezes, ele ainda pergunta se não seria do seu interesse levar um medicamento similar, que não é nem genérico, nem de marca. Mas qual a diferença entre esses três tipos de medicamentos?

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O que muda entre os medicamentos de marca, os genéricos e os similares?

Para entender as diferenças entre eles, primeiro é preciso entender por que o medicamento de marca é sempre mais caro. Também chamados de medicamentos de referência ou medicamentos éticos, eles demandam anos em investimentos de pesquisas, que são muito caros aos laboratórios farmacêuticos, e isso precisa ser repassado no valor do produto. Além disso, geralmente esses medicamentos são novidades no tratamento de doenças, o que também aumenta seu valor, por conta da regra de mercado da oferta e procura.

As patentes destes medicamentos duram 20 anos. Portanto, durante esse período, só o laboratório que possui tal patente pode comercializá-lo. Isso significa que ele também pode ditar qual seu valor. O que, normalmente, não sai barato.

Depois de passada a validade da patente, outros laboratórios podem utilizar o mesmo princípio ativo e criar seus próprios medicamentos. Eles ainda podem criar uma marca ou nome comercial próprios, para se diferenciar do medicamento de referência. Nestes casos, o medicamento é um similar. Eles também possuem a mesma forma farmacêutica e a mesma via de administração, ou seja, a mesma forma pela qual o paciente deve ingerir o medicamento.

Agora, quando o laboratório não cria uma nova marca ou nome para o medicamento, exibindo somente o nome do princípio ativo dele, ele é considerado um genérico. Aqui no Brasil, ele é ainda mais fácil de ser identificado, por conta da famosa tarja amarela presente nas embalagens, acompanhada da letra G em destaque e o nome “medicamento genérico” que aparece ao lado.

Regras da ANVISA

Em todos os casos, os medicamentos precisam ser aprovados em testes de qualidade da ANVISA. Outra razão para que o medicamento de marca seja sempre mais caro é que, como ele é sempre um medicamento novo, seus testes são mais específicos e precisam ser avaliados conforme a sua categoria (existem três categorias de medicamentos, segundo a ANVISA: homeopáticos, fitoterápicos e alopáticos – este último normalmente é o mais receitado pelos médicos).

Já com os medicamentos genéricos e similares, como o remédio já existe, os testes precisam apenas ser realizados em comparação ao de referência. Isso torna o processo mais rápido. Até 2014, as pessoas não podiam comprar um medicamento genérico no lugar de um de marca que estivesse na receita médica. Porém, a ANVISA retirou essa proibição, e os medicamentos similares já podem ser considerados como iguais aos medicamentos genéricos.

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